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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Veja a importância e a inovação das ferraduras para os cavalos.

Por que é que se coloca ferradura nas patas dos cavalos?

O cavalo pisa sobre a extremidade de um único dedo, protegido por um casco, que é uma unha córnea. Na Antiguidade, os cavalos não usavam ferraduras e os cascos se desgastavam depressa, por isso, eles não trabalhavam por muito tempo.

Por volta do século X, no Ocidente, descobriram a ferradura e passaram a colocá-las nesses animais. Os cravos da ferradura são fixados na parte morta do casco portanto, o animal não sente dor e isso ajuda a não “gastar” o casco do cavalo. Mas é preciso tomar alguns cuidados para que sua fixação seja eficiente. Hoje em dia, o acessório pode ser forjado a partir de vários materiais, como o aço, o alumínio e outros metais especiais. Além da proteção, a ferradura aumenta a tração das patas, serve para compensar defeitos de formação do casco e reduz irregularidades da marcha.

A ferradura é presa por uma série de cravos na parte morta do casco, portanto, o animal não sente dor – mas é preciso tomar alguns cuidados para que sua fixação seja eficiente. Hoje em dia, o acessório pode ser forjado a partir de vários materiais, como o aço, o alumínio e outros metais especiais. Além da proteção, a ferradura aumenta a tração das patas, serve para compensar defeitos de formação do casco e reduz irregularidades da marcha.

Cerca de 50% dos cavalos machucados morrem por problemas nas patas e/ou no casco, por esse motivo uma empresa Austríaca criou o Tênis para Cavalo.
Dedicada a desenvolver uma substituta às tradicionais ferraduras de ferro, a empresa acaba de lançar uma versão que não só é feita de plástico, mas também possui clipes que permitem que a ferradura seja colocada e removida com facilidade, além de simplificar o ajuste ao pé do animal.

Mais leve e flexível, a ferradura high-tech também possuí amortecedores dignos de tênis de corrida, ou até melhores, já que, segundo os fabricantes, a sola se adapta aos mais diferentes solos.

Veja o vídeo abaixo e saiba entenda melhor o funcionamento.

 Fonte do vídeo: Vix/ youtube.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Aprenda como manter saudável o casco do seu animal!

Esses são responsáveis pelo equilíbrio e deslocamento do animal, além de amortecer o impacto para que não ocorram problemas nas articulações. Sendo assim, mantê-los conservados, por meio de manutenções periódicas, é um dever do proprietário que preza por cuidados.

Cuidar dos cascos de cavalos é essencial para evitar problemas como rachaduras e inflamações que podem se tornar mais graves para a saúde do animal. No caso da rachadura, essa pode aparecer nos cascos pelas mais diversas causas, como doenças ou problemas relacionados à nutrição animal. Os cascos funcionam no animal da mesma forma que as unhas nos seres humanos. Por isso mesmo, a falta de nutrientes e de uma alimentação adequada são fatores que contribuem para o surgimento das rachaduras. Se esse for o caso dos seus animais. Por isso mesmo, se o casco do seu cavalo estiver rachado, o ideal é, antes de qualquer coisa converse com o veterinário que analisou os cavalos para verificar o que deve ser acrescentado à nutrição animal (vitaminas, minerais etc.).
 As rachaduras também podem estar relacionadas ao resultado dos deslocamentos do animal em locais irregulares, além da falta de manutenção. Para que isso não ocorra, é preciso evitar que o animal esteja exposto nestas regiões sem o uso das ferraduras corretas.

O sapinho é outro tipo de problema nos cascos, sendo causado por bactérias, muito comuns em ambientes úmidos. Além do cheiro forte e ruim, o casco pode com o tempo, se não for devidamente cuidado, se deteriorar. Por isso é importante que os pisos das baias estejam sempre limpos.

Outro problema que causa muita dor e incômodo ao animal é a Laminite, doença que afeta a lâmina dos cascos e é perigosa por não ser detectada a olho nu. Os sinais mais comuns são o aquecimento da região e movimentação vagarosa do animal.

Estes são apenas alguns dos exemplos que podem afetar os cascos dos equinos, sendo que boa parte pode ser evitado com um mínimo de atenção diária e cuidados periódicos.